feito para as pessoas que curtem o estilo emo,o blog fala do preconceito contra emos,o estilo, a musica e etc.
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"não ao preconceito contra emos"
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
TRIBOS x INTOLERÂNCIA
Bater e ofender meninos e meninas que se identificam com a música e a moda emo é apenas um dos exemplos de como as relações entre as tribos estão deturpadas. Ao mesmo tempo em que a diversidade aumenta em Caxias, surgem mais casos de intolerância. Pais ignoram o que acontece com os filhos nas ruas à noite. As autoridades desconhecem as denúncias de agressões porque poucos casos são registrados. Mas é fato que a concentração de jovens no Largo da Estação e no posto em frente à prefeitura caracteriza uma zona de conflito.
"Emofobia" cresce e agressões a emos invadem YouTube
A emofobia está com mais força do que a própria emomania. É o que mostra a internet, instrumento que alavancou a febre das franjas no mundo jovem. No YouTube, maior site de compartilhamento audiovisual da rede, vídeos antiemos têm centenas de milhares de espectadores --e algumas dezenas de produtores.
A maioria das sátiras e ofensas à tribo vem dos EUA, mas há pelo menos meia dúzia de representantes brasileiros. Enquanto os vídeos internacionais preferem adotar o formato de clipe ou de desenhos, os jovens brasileiros satirizam o que seria o dia-a-dia de um emo ao mostrá-los sendo agredidos na rua.
muitos videos de agressão a emos foram banidos do you tube por ser considerado impróprio pelo YouTube.
materia sobre gangues de agressores de emos
GANGUES
O relatório elaborado pela ABCD'S contém páginas do site Orkut que identifica alguns dos supostos agressores dos emos. Seriam um grupo que já teria agido nas imediações do Shopping ABC contra esses adolescentes. Diferentemente do que haviam informado ontem, o grupo não é o Carecas do ABC.
O Diário tentou contato com esses supostos agressores por meio de e-mail, mas nenhum deles retornou as mensagens.
Entre os emos, o principal temor é de que eles fiquem impossibilitados de freqüentar a calçada em frente ao Shopping ABC aos sábados - principal ponto de encontro da tribo no Grande ABC há quase dois anos.
O comando da Polícia Militar informou ontem que chegou a socorrer um dos agredidos na briga de sábado. O menor de 16 anos foi encaminhado ao Pronto Atendimento Central de Santo André, mas não registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil.
A Polícia Militar informou ainda que o comando da área que engloba o Shopping ABC será notificado a adotar as medidas preventivas necessárias para impedir que novos confrontos desse tipo tornem a ocorrer.
GANGUES
O relatório elaborado pela ABCD'S contém páginas do site Orkut que identifica alguns dos supostos agressores dos emos. Seriam um grupo que já teria agido nas imediações do Shopping ABC contra esses adolescentes. Diferentemente do que haviam informado ontem, o grupo não é o Carecas do ABC.
O Diário tentou contato com esses supostos agressores por meio de e-mail, mas nenhum deles retornou as mensagens.
Entre os emos, o principal temor é de que eles fiquem impossibilitados de freqüentar a calçada em frente ao Shopping ABC aos sábados - principal ponto de encontro da tribo no Grande ABC há quase dois anos.
O comando da Polícia Militar informou ontem que chegou a socorrer um dos agredidos na briga de sábado. O menor de 16 anos foi encaminhado ao Pronto Atendimento Central de Santo André, mas não registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil.
A Polícia Militar informou ainda que o comando da área que engloba o Shopping ABC será notificado a adotar as medidas preventivas necessárias para impedir que novos confrontos desse tipo tornem a ocorrer.
terça-feira, 6 de abril de 2010
nota sobre preconceito contra emos De forma explícita ou não, os emos sofrem preconceito, especialmente de outras tribos. Um dos exemplos ocorreu recentemente na Galeria do Rock, em São Paulo, quando alguns adolescentes sofreram um “arrastão”, sendo expulsos do local por um grupo de punks. No Orkut, existem mais de 400 comunidades envolvendo os emos. Quase metade delas é contra a filosofia do grupo e apresenta insultos ou comentários preconceituosos. participar de grupos é uma fase transitória da vida do jovem. “Eles se entendem, têm linguagens e características em comum. Isso é importante no processo de educação. O impacto negativo e muito grande com relaçao ao preconceito que os emos sofrem. Por conta desse cenário, os emos merecem atenção especial . com relaçao as escolas ver porque esse jovem que e emo e mal tratado na escola pelos colegas. compartilha da mesma opinião , cuidado e muito diálogo são essenciais na educação dos jovens e adolescentes. “É preciso haver uma preocupação, não exagerada ou neurótica. Tem que ser uma coisa leve. |
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